terça-feira, outubro 30, 2007

E a civilização aqui tão perto

Estando atento, vai-se de avião a muitas cidades europeias mais barato do que de comboio ao Porto. Barcelona é uma dessas cidades, com a vantagem de a viagem ser curta.
Já lá tinha estado há muitos anos, a impressão que tinha era muito boa. Agora, a realidade revelou-se ainda melhor do que a expectativa.
Uma cidade limpa, aberta, onde os peões têm primazia sobre os automóveis. É um prazer caminhar pelo centro da cidade, admirando a quase ausência de carros, substituídos pelos transportes públicos, motas e bicicletas.
Que diferença para Lisboa!
Por mim, juntemo-nos a Espanha rapidamente. E se pudermos escolher a Catalunha, nem vale a pena pensar duas vezes!

1 comentários:

Em 07 novembro, 2007 23:46, Anonymous Capitolina disse...

Há que mostrar uns retratos ó Sr. Presidente da Câmara de Lisboa para ele se inspirar e copiar.
Quem raio se lembrou de separar este bocadito do outro maior?...

 

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segunda-feira, outubro 15, 2007

O primeiro dia do resto da minha vida

Faz hoje 2 anos, a minha vida mudou (outra vez). Três seres frágeis e indefesos vieram mudar (ainda mais) a minha maneira de ver o mundo. Mais do que isso, vieram recentrar o meu mundo. E engrandecê-lo, também. Foi o primeiro dia do resto da minha vida.

2 comentários:

Em 16 outubro, 2007 11:17, Anonymous Anónimo disse...

Parabéns! (Mais uma vez...)

Joana

 
Em 17 outubro, 2007 23:11, Anonymous maria disse...

Tri-parabéns

 

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Buena Vista

Esta semana revi "Buena Vista Social Club", o filme/documentário de Wim Wenders e Ry Cooder.
É um filme que me emociona, pela memórias que me trás. Foram 3 semanas sem poiso garantido nem horas marcadas, em que percorremos a ilha num carro dentro do qual chovia mais do que na rua, e cuja ventilação só servia para aquecer ainda mais os 30 graus com que fomos presenteados o tempo todo.
Três semanas em que presenciei o melhor e o pior que Cuba tem para oferecer.
Desse período ficou, sobretudo, a memória de um povo orgulhoso, mas caloroso. E a música, claro, um ritmo irresistível que nunca mais sai da cabeça.
É por isso que ver "Buena Vista Social Club" é quase um regresso a casa.


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domingo, outubro 14, 2007

Leituras passadas

Ainda a propósito do post anterior: sempre que conjugo o verbo "ler" vem-me à memória a minha infância e adolescência, quando, nos 4 (!) meses que duravam as férias de Verão, devorava livros ao ritmo de 100 páginas por dia - condição imposta pelos meus pais para ter direito aos 2 gelados diários.
De Júlio Dinis a Hemingway, de Garrett a Dickens, muitos e bons livros me passaram pelas mãos.
Cada leitura era religiosamente precedida pela "encadernação" do livro, fosse plastificando-o fosse envolvendo-o em papel de embrulho.
Não havia cá essas modernices do livro de bolso, sempre dobrado e sujo. O livro era uma obra de arte, e devia ser tratado como tal.
Ainda hoje, nem me passa pela cabeça marcar o sítio do livro onde vou dobrando o canto da página!

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Leituras presentes

Desde há vários meses (leia-se "anos") que leio muito pouco. O dia só tem 24 horas, e eu já tenho 23 delas preenchidas. A hora que sobra tem de ser dividida por leituras, compras, ócio, enfim, tudo o que se pode fazer quando a tal não se é obrigado.
Assim, aproveito essencialmente para ler jornais e revistas, ficando os livros em segundo plano. Gosto, por isso, de sentir que o que estou a ler vale a pena, e não é raro deixar um livro a meio.
Felizmente que, nos últimos tempos, isso não tem acontecido.
Pelas minhas mãos tem andado "Memórias de Adriano", de Marguerite Yourcenar, e "O Pintor de Batalhas", de Arturo Pérez-Reverte.
O primeiro não necessita comentários. A cada página só me ocorre pensar: "Isto, é arte!".
Quanto a Pérez-Reverte, começo por admitir que nem sequer o conhecia até que, há uns meses, me ofereceram este livro. Afinal, trata-se, apenas, de um dos principais escritores espanhóis contemporâneos. Isto diz tudo sobre o meu afastamento do mundo literário...

O que é curioso é que, por mera coincidência, me tenha posto a ler dois livros tão diferentes e, no entanto, tão iguais. É certo que a condição humana deve ser o tema mais revolvido na história da literatura mas, neste caso, não consigo deixar de ficar fascinado pela maneira como as histórias destes dois livros se tocam.
Ando a lê-los alternadamente (não gosto de ler um só livro de cada vez) e juro que, muitas vezes, a leitura de um me ajuda a "perceber" o que tinha acabado de ler no outro.
E se, por um lado, me custa ter de esperar tanto tempo - meses - para chegar ao fim de histórias tão cativantes, por outro lado prolongo um prazer ao qual consigo dedicar tão pouco tempo.

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sexta-feira, outubro 12, 2007

Qualquer dia já não preciso jogar no Totoloto

"Governo baixa IRS a famílias com mais de um filho
As famílias com mais de um filho vão ter mais incentivos fiscais no IRS a partir de 2008. O Governo vai aumentar as deduções à colecta para os agregados mais numerosos, tornando-as progressivas com o número de filhos."

(in Jornal de Negócios, 12/10/2007)

1 comentários:

Em 07 novembro, 2007 23:50, Anonymous Capitolina disse...

Xiça, que família sortuda!

 

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