sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Os testículos de AJJ

Jardim anda soft, começou a usar sinónimos das palavras que antes usava. Alguém lhe deve ter oferecido um dicionário pelo Natal...

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Um exemplo de amor - Team Hoyt

Mandaram-me o vídeo por e-mail, e depois de ver quis saber a verdadeira história de um pai que ultrapassa todos os limites mentais e físicos em nome do filho.

A história de Dick e Rick Hoyt, um pai sexagenário que carrega com o filho paralítico em provas de atletismo, pode ser lida aqui.
Desde 1979 já participaram em cerca de mil eventos, incluindo mais de 60 maratonas e para cima de 200 triatlos, entre os quais 6 "Ironman", o trialto mais duro do Mundo.

Vejam e deixem-se tocar pela coragem e amor que estes dois homens transmitem:

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Dadores de medula óssea

O transplante de medula óssea permite hoje salvar muitos doentes de leucemia e outras doenças, mas para isso é necessário que haja dadores em número suficiente.

Para ser dador de medula óssea basta ter entre 18 e 45 anos de idade e dirigir-se ao CEDACE (Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão) ou a um dos Centros de Histocompatibildade (Norte e Centro).

Mais informações aqui .

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Mais "faróis" em Cascais

Mais uma vez, surgem dúvidas sobre uma obra em Cascais, mais pelas suas dimensões do que pela arquitectura.
Trata-se dos edifícios que vão substituir o já condenado Hotel Estoril-Sol, um gigante às portas de Cascais com demolição prevista para este ano.


O problema é que, no seu lugar, vão surgir 3 torres que permitem todas as dúvidas sobre a real vantagem da "substituição".
Se é verdade que a obra permitirá refazer o acesso ao Parque de Palmela - um lugar praticamente desconhecido, apesar de se situar pertíssimo do centro da vila -, será que a paisagem costeira irá ficar melhor do que está?
A ver vamos como termina a polémica desta vez.




(Fotos: Afaconsult)

2 comentários:

Em 16 fevereiro, 2007 00:29, Anonymous Capitolina disse...

Deixa trabalhar as criaturas! É o progresso...

 
Em 16 fevereiro, 2007 20:17, Blogger SC disse...

Que coisa horrível.
(Pensei que um dos objectivos de implodir o antigo hotel era reduzir a volumetria...)

 

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quinta-feira, fevereiro 15, 2007

STOMP













A não perder!

Em Lisboa até dia 25, depois no Porto até 4 de Março.

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sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Pela contradição, vota Não!

De vez em quando, não resisto a fazer referência a um ou outro artigo de Rui Tavares. Tento não perder os seus textos no Público, depois publicados no Pobre e Mal Agradecido.

O artigo da semana passada é mais uma prosa que vale a pena ler pois, tal como eu, Rui Tavares anda às voltas a tentar compreender como é possível os apoiantes do Não se enredarem constantemente em contradições, e ainda assim acharem que têm a razão do seu lado.

Do artigo, que podem ler aqui, retiro o destaque que o próprio autor seleccionou:

Somos todos contra a prisão, desde que a prisão continue na lei. Somos todos pela despenalização, desde que a lei penalize. Somos todos compreensivos com as mulheres que abortam, desde que a lei as criminalize.

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Ainda o Prós e Contras

Já na parte final do debate, Aguiar Branco sai-se com algumas frases inacreditáveis e bem esclarecedoras:

O que ele disse O que ele queria dizer
"Não há nenhuma mulher presa por ter abortado"Não concordo com a lei, mas, como não é aplicada, vamos deixá-la como está.
"A lei é cumprida todos os dias"Bom, parece que, afinal, a lei é cumprida. Mas basta fechar os olhos ao aborto clandestino, e está tudo bem.
"O código penal não é aquilo que está neste momento no referendo"A questão do referendo não tem nada a ver com aquilo que é perguntado. (E faço figas para que ninguém saiba que sou formado em Direito...)
"Se votar Não permite que haja discussão sobre as molduras penais"Se votar Não permite que as mulheres continuem livres de abortar clandestinamente, enquanto nós fingimos que fazemos alguma coisa para mudar a situação. Vemo-nos daqui a 8 anos, para mais umas sugestões avulsas a favor da "vida".

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Prós e Contras

Por ausência no estrangeiro, só hoje pude assistir ao último Prós e Contras, sobre o referendo da despenalização do aborto.
Tendo uma posição perfeitamente definida nesta matéria, não tento sequer fingir poder fazer uma análise imparcial do debate.
Mas tento, honestamente, perceber os argumentos do Não. Porque não os atinjo. Porque me deve faltar capacidade para ver para além da óbvia incongruência desses argumentos.
Vejo e revejo as justificações do Não, e só consigo reforçar as minhas convicções no Sim.

Ser do Não porque a respectiva religião assim o determina, é querer impor a sua moral mesmo a quem não partilha dessa religião.
Ser do Não porque um aborto representa um homicídio provocado por uma assassina (e é curioso como este tipo de adeptos do Não se recusa a usars estes termos), e ao mesmo tempo considerar que há casos em que o aborto deve ser permitido (por exemplo em caso de violação) ou que a pena de prisão não deve ser aplicada, é ser incongruente para além de tudo o que é razoável.
Ser do Não porque a pergunta do referendo não é clara, ou porque representa a "liberalização" e não a "despenalização", ou porque a opção não pode ser só da mulher, ou porque "assim não", é ser pura e simplesmente hipócrita, é fingir que se é contra a situação actual enquanto se faz tudo para a perpetuar.

Muito sinceramente, no meio de todos os argumento do Não, só consigo aceitar os de quem acha que o aborto tem de ser crime a partir da concepção, sem excepções. Não concordo com esse ponto de vista, mas pelo menos compreendo-o, pois é coerente.
A todos os outros, não tenho nada a dizer. É impossível conversar com quem é do Não apenas... porque não...

1 comentários:

Em 02 fevereiro, 2007 15:41, Blogger SC disse...

Eu confesso que já não tenho paciência para ouvir os argumentos de quem vai votar não.

 

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